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A Análise Econômica é uma consultoria econômico-financeira com a expertise em produzir estudos que apresentam uma leitura clara, completa e objetiva da realidade econômica. Entendemos que com nossas análises você poderá tomar decisões mais assertivas na vida financeira e nos negócios em um ambiente inundado por informações (muitas vezes confusas) divulgadas nos mais diversos meios de comunicação.

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FILE PHOTO: Brazil's interim President Temer talks with Senator Neves during a ceremony where he made his first public remarks after the Brazilian Senate voted to impeach President Rousseff, at the Planalto Palace in Brasilia - Mensal 015 PRO.

Esse é o Boletim Econômico Mensal 015 PRO.

No relatório mensal analisamos a atividade econômica, o mercado de trabalho, o nível de preços, a política monetária e o câmbio (BRL/USD).

A partir da análise dessas cinco grandes variáveis macroeconômicas, apresentamos alguns cenários e atualizamos nosso cenário de referência. Assim, você pode se planejar e se antecipar aos movimentos da economia.

Além disso, para você que é PRO, apresentamos detalhadamente nossa leitura sobre os antecedentes dessas grandes variáveis macroeconômicas para que você compreenda e acompanhe o que está por trás de nossas análises e projeções.

Qualquer dúvida, crítica, comentário ou sugestão, entre em contato conosco.

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Quer acompanhar o Boletim Econômico Mensal 015 PRO? Simples: #SejaPRO e suba de nível!

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FILE PHOTO: Brazil's interim President Temer talks with Senator Neves during a ceremony where he made his first public remarks after the Brazilian Senate voted to impeach President Rousseff, at the Planalto Palace in Brasilia - Mensal 015.

O Boletim Econômico Mensal 015 está no ar.

No relatório mensal analisamos a atividade econômica, o mercado de trabalho, o nível de preços, a política monetária e o câmbio (BRL/USD).

A partir da análise dessas cinco grandes variáveis macroeconômicas, apresentamos um cenário base e suas respectivas projeções, atualizando o cenário de referência da Análise Econômica Consultoria para o ano corrente (2017).

Acompanhe abaixo o Boletim Econômico Mensal 015 e nossa tabela de projeções.

Para ver nossa análise com mais detalhes, veja o Mensal 015 PRO.

Qualquer dúvida, crítica, comentário ou sugestão, entre em contato conosco.

Atividade Econômica (PIB)

O mês de junho inicia de forma bastante frágil. Maio foi um mês difícil, especialmente no cenário político. Os desdobramentos foram imediatos sobre a economia. As delações premiadas dos donos da JBS colocaram o governo Temer no centro de um novo escândalo. Isso abalou a frágil articulação política que estava desenhada no Congresso para a aprovação de reformas tidas como fundamentais. Complementarmente, os indicadores de atividade, apesar de registrarem alguns avanços, ainda não são satisfatórios. A variável mais importante (investimentos) ainda não demonstra claramente uma retomada significativa da atividade econômica.

Mercado de Trabalho (PNAD)

O número de desocupados ainda segue bastante elevado. O saldo de empregos formais medido pelo Caged teve um leve repique no mês de abril, mas nada ainda passível de comemoração. O número total de pessoas desocupadas ainda é elevado, segundo a Pnad Contínua do IBGE. Nesse sentido, com mais desocupados, menos renda, menos consumo, menos vendas (seja no comércio, indústria ou serviços). E assim as empresas não tem perspectivas muito positivas e não retomam seus investimentos. Em suma, continuaremos com um mercado de trabalho frágil.

Nível de preços (IPCA)

Os preços em geral seguem a tendência de desinflação (queda) que temos apontado desde 2016. As perspectivas de continuidade desse processo são embasadas principalmente pelo fraco mercado de trabalho. Mas, de modo significativo, os grupos de ‘Alimentos e Bebidas’ e ‘Transporte’, os quais tem forte influência no índice, tem puxado o nível geral de preços para baixo.

Política monetária (juros)

O Banco Central do Brasil continua em seu processo de redução dos juros. Em sua última reunião (31/5), a Selic caiu para 10,25% ao ano após ter registrado nível de 11,25%. Com a desinflação em curso, bem como a atividade econômica fraca, a tendência é continuidade de queda dos juros.

Câmbio (BRL/USD)

Após forte valorização no início de 2016, o câmbio tem seguido desde então no patamar de R$ 3,20, com poucas oscilações e volatilidade. Acreditamos que o câmbio seguirá os próximos meses no patamar médio de R$ 3,25, considerando o desempenho do setor externo (como a balança comercial, por exemplo).

Tabela de Projeções Macroeconômicas

Tabela de Projeções Macroeconômicas - Mensal 015.

Gostou do Boletim Econômico mensal 015? Quer saber mais? #SejaPRO e tenha acesso completo a projeções, cenários e mais.

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Este é o Boletim Econômico Semanal 071 PRO, exclusivo para assinantes.

Este relatório tem como foco apresentar as projeções, perspectivas e expectativas dos indicadores econômicos mais relevantes da semana corrente selecionados por nós para fornecer a você, nosso leitor, o cenário de curto prazo.

Neste semanal 071 PRO, os indicadores econômicos mais relevantes na nossa leitura são:

  • Taxa de juros (decisão de política monetária) do Brasil,
  • Nível de preços medido pelo IGP-M,
  • PIB 1º trimestre de 2017 do Brasil;
  • Desemprego nos EUA, Alemanha e Japão;
  • Cenário político e mais.

Para manter-se atualizado com o que aconteceu na economia e seus desdobramentos na semana anterior, leia o Boletim Econômico Semanal 071.

VISÃO GERAL DO SEMANAL 071 PRO

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Neste Boletim Econômico Semanal 071 destacamos:

  • Setor externo segue em ajuste forte e nível de preços continuam em queda;
  • PIB dos EUA supera as expectativas e OPEP mantém corte da produção para conter queda dos preços;
  • Contas públicas seguem com forte déficit.

Acompanhe a seguir os principais tópicos deste Semanal 071 e, logo em seguida, nossa análise.

Qualquer dúvida, crítica, sugestão, ideia etc, deixe seu comentário abaixo que a gente responde.

Cenário Econômico Nacional

Setor Externo

O saldo em transações correntes foi superavitário em US$ 1,2 bilhão em abril, segundo os dados divulgados pelo Banco Central, indicando que o ajuste das contas externas continua a ocorrer. Além disso, o ingresso de Investimento Direto no País (IDP) seguiu forte no período, com entrada líquida de US$ 5,6 bilhões. Assim, em doze meses o montante recebido de IDP é significativamente superior ao déficit em conta corrente (a necessidade de financiamento externo é negativa em US$ 65 bilhões).

Na conta corrente, destacamos novamente o forte superávit da balança comercial (US$ 6,7 bilhões), em linha com o sugerido pelos dados divulgados pelo MDIC. Mais uma vez, o saldo bastante positivo foi impulsionado pelo avanço das exportações. Para maio, os dados semanais já apresentam significativo superávit, indicando que saldo balança comercial deverá repetir o forte desempenho de abril.

O déficit em serviços (de US$ 2,5 bilhões) ficou em patamar semelhante ao registrado em abril de 2016. Na conta financeira, Investimentos Diretos no País seguiram mostrando entrada líquida de US$ 5,6 bilhões. Com isso, este item acumulou saldo positivo de US$ 84,7 bilhões nos últimos doze meses. Em contrapartida, houve saída líquida de US$ 383 milhões em ações, ao passo que a rubrica de renda fixa apresentou entradas liquidas de US$ 4,4 bilhões.

Outro ponto positivo é que a taxa de rolagem atingiu 89% em abril, na esteira da melhora verificada em março. No primeiro quadrimestre, a taxa média foi de 86%, superior à observada no mesmo período do ano passado, quando havia ficado em 45%, reforçando a tendência de melhora das condições de funding da economia brasileira neste início de ano. Dessa forma, os dados de abril fortalecem nossa expectativa de continuidade do ajuste externo.

Tendo em vista que a recuperação da atividade vem se mostrando bastante gradual, acreditamos que o ajuste do déficit externo também persistirá por mais algum tempo. Além disso, a balança comercial seguirá contribuindo positivamente com o saldo em transações correntes. Ainda que as importações se recuperem, as exportações têm se mostrado bastante fortes, o que deve compensar tal efeito.

Nível de Preços

O IPCA-15 registrou alta de 0,24% em maio, acima da nossa expectativa e da mediana do mercado, conforme divulgado pelo IBGE. Em relação ao nosso número, a surpresa concentrou-se na alta mais intensa dos preços de alimentos. A ligeira aceleração em relação ao mesmo período do mês anterior, quando o índice subiu 0,21%, refletiu principalmente a maior elevação do grupo de alimentação e bebidas, que passou de 0,31% para 0,42%.

A alta sazonal dos preços de vestuário (0,74%) e a queda menos intensa de transportes (-0,40%) também contribuíram para essa aceleração. Por outro lado, o grupo de habitação desacelerou de uma alta de 0,39% para outra de 0,15%, com a queda das tarifas de energia elétrica, ainda refletindo os descontos aplicados pelas distribuidoras em abril.

No acumulado em doze meses, o índice cheio desacelerou de uma expansão de 4,41% para outra de 3,77%, ficando abaixo do centro da meta de 4,50% estabelecida pelo Banco Central, e apontando para a continuidade do processo de desinflação em curso.

Cenário Econômico Internacional

Estados Unidos

Ata do Fed

A ata da reunião do comitê de política monetária do Fed realizada no começo do mês de maio não trouxe grandes novidades em relação ao comunicado divulgado ao final da reunião.

A ata reafirmou que o PIB do primeiro trimestre deve ter tido um caráter temporário. O fraco desempenho do consumo deve ser revertido, uma vez que o mercado de trabalho permanece dinâmico, com baixo desemprego e gradual melhora dos salários, e os indicadores de confiança estão em alta.

A maioria dos membros prevê que um novo movimento de normalização deverá ocorrer em breve, sendo que alguns membros defenderam a elevação da taxa de juros já na próxima reunião. Isso coloca em evidência a possibilidade de alta dos juros na reunião a ser realizada em junho.

PIB

O resultado do PIB do primeiro trimestre dos Estados Unidos passou por uma revisão altista, de um crescimento anualizado de 0,7% para outro de 1,2% na comparação com o último trimestre de 2016, segundo divulgado pelo BEA na última sexta-feira (26/5).

Mesmo com essa revisão, o indicador continuou a mostrar um ritmo de expansão mais moderado da atividade econômica nesse início de ano. Vale lembrar que, em sua última reunião, o Fed ressaltou que esse resultado mais fraco do primeiro trimestre foi impactado por fatores temporários.

Nesse sentido, os dados já conhecidos do segundo trimestre têm apontado para alguma retomada. Diante disso, mantemos nossa expectativa de que a autoridade monetária dos EUA optará por elevar a taxa de juros em sua próxima reunião, em junho.

OPEP

Com o objetivo de conter a queda dos preços do petróleo, a Opep decidiu na quarta-feira passada (25/5/17) prolongar o acordo de redução da oferta da commodity por mais nove meses, até março de 2018. Vale lembrar que esse compromisso do grupo com a implementação dos cortes tem até superado o esperado pelos mercados nos últimos meses.

A manutenção desse controle da disponibilidade do produto, por sua vez, se coloca como vetor fundamental para conter o acúmulo de estoques globais, uma vez que a produção dos Estados Unidos tem crescido mais do que o previsto.

E, por ora, o crescimento da oferta norte-americana de petróleo não deve ser interrompido, apesar de já haver alguns sinais de que a produção pode estar se aproximando do limite da capacidade. Diante disso, acreditamos que os preços do petróleo deverão permanecer no intervalo entre US$ 50 a US$ 55/barril no restante deste ano.

Cenário Político

Dívida Pública

As emissões da dívida pública federal somaram R$ 62,1 bilhões em abril, enquanto os resgates atingiram R$ 75,3 bilhões, fazendo com que os resgates líquidos ficassem em R$ 13,2 bilhões, de acordo com os dados divulgados pelo Tesouro Nacional.

O estoque da dívida pública chegou a R$ 3,2 trilhões no mês. Vale notar que, após vários meses com saídas líquidas, observamos entrada de R$ 12,9 bilhões de estrangeiros na dívida pública. Assim, a participação dos estrangeiros na dívida subiu, alcançando 13,6%, percentual inferior aos 17,4% observados em abril do ano passado.

Quanto à composição da dívida, atualmente 34,0% da dívida pública federal é representada por títulos prefixados, ao passo que 32,2% são ligados ao índice de preços, 30,0% atrelados à taxa flutuante e apenas 3,9% relacionados ao câmbio.

Contas públicas

O resultado primário do setor público ficou positivo em R$ 12,9 bilhões em abril, conforme divulgado pelo Banco Central na última sexta-feira (26/5). Com esse superávit, o setor público acumulou déficit de R$ 145,1 bilhões nos últimos 12 meses, o que representa 2,3% do PIB.

Para tanto, em abril, as contas do governo central chegaram a um saldo positivo de R$ 11,5 bilhões e os governos regionais tiveram superávit de R$ 867 milhões, acumulando R$ 17,8 bilhões no ano. Com a aprovação do Regime de Recuperação Fiscal, esse superávit acumulado no ano poderá a começar a ser revertido. A dívida bruta do governo geral, por sua vez, atingiu 71,7% do PIB em março, subindo de 69,5% no encerramento do ano passado.

Destaques e Perspectivas

Nacional

A agenda doméstica da semana que vem terá como destaques a divulgação do PIB do primeiro trimestre e a reunião do Copom. Para o resultado do PIB do primeiro trimestre, a ser conhecido na quinta-feira, esperamos queda mais fraca (quase estabilidade) em relação ao trimestre anterior. Esse movimento será explicado, em grande medida, pelo forte desempenho do setor agropecuário.

Na quarta-feira, o Copom anunciará a decisão de política monetária, para a qual esperamos uma redução da taxa Selic de 1,25 p.p., passando de 11,25% para 10%. No mesmo dia, conheceremos a taxa de desemprego referente a abril, que deve continuar em tendência de alta, mas pontualmente deverá manter-se estável.

Ainda na agenda de indicadores de atividade, o IBGE divulgará na sexta-feira o resultado da Pesquisa Mensal da Indústria que, segundo nossa estimativa, deve ter mostrado estabilidade na passagem de março para abril.

Confirmando a tendência desinflacionária, projetamos queda do IGP-M de maio, que será conhecido na terça-feira, com a variação em doze meses desacelerando fortemente. Na quinta-feira, teremos o resultado da balança comercial de maio, para o qual projetamos superávit, refletindo o crescimento das exportações.Por fim, ao longo da semana, a FGV divulgará as sondagens da indústria e de serviços, referentes a maio.

Internacional

Nos Estados Unidos, destacamos a divulgação dos indicadores do mercado de trabalho referentes a maio, que devem reforçar a expectativa de uma alta dos juros na reunião de política monetária de junho. Na sexta-feira, teremos os dados da criação de vagas de trabalho e da taxa de desemprego de maio. Além disso, na terça-feira, serão conhecidos os indicadores de rendimento e gastos pessoais referentes a abril.

Atentando-se ao restante da agenda global, os índices PMI da indústria de transformação das principais economias do mundo, que serão divulgados entre quarta e quinta-feira, devem apontar para continuidade do crescimento da indústria na passagem de abril para maio.

Na Alemanha, os dados das vendas do varejo de abril e da taxa de desemprego de maio, previstos para quarta-feira, também devem indicar a mesma direção. E, no mesmo dia, serão conhecidos os resultados preliminares da inflação ao consumidor da Área do Euro, referentes a maio.

Acompanhe a agenda completa clicando aqui.

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Destaque AE 036

Muito se debate sobre o peso dos juros no Estado brasileiro e investir no Brasil é uma discussão que segue desse debate. Entre economistas e não-economistas a discussão é uníssona: os juros no Brasil parecem uma anomalia sem tamanho. E mais: esse é um dos catalisadores de uma crise em potencial.

No livro “Finanças Públicas”, Felipe Salto fala sobre a insuficiência da relação entre a taxa Selic e o montante de empréstimos à sociedade civil. Dessa reflexão observa que o problema da inefetividade da política monetária no controle mais efetivo da inflação, por exemplo.

O raciocínio do economista (correto, sob nossa ótica) reforça nossas posições sobre o problema dos juros no Brasil. A crítica se estende aos juros do rotativo do cartão de crédito e do “cheque especial”. Até mesmo sobre o spread bancário como um todo.

De outubro de 2016 a março de 2017, a taxa Selic foi reduzida em 3% (de 14,25% para 11,25%) ao passo que o spread bancário total saiu de 24% para 23,9%. O spread bancário para empréstimos às pessoas físicas saiu de 33,7% para 32,2%. Para as pessoas jurídicas, a taxa variou de 12,2% para 11,7%.

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