Boletim Econômico Mensal 014

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Mercado de trabalho em franca deterioração e desemprego em alta - Boletim Econômico Mensal 014

O Boletim Econômico Mensal 014 está no ar.

No relatório mensal analisamos a atividade econômica, o mercado de trabalho, o nível de preços, a política monetária e o câmbio (BRL/USD).

A partir da análise dessas cinco grandes variáveis macroeconômicas, apresentamos um cenário base e suas respectivas projeções, atualizando o cenário de referência da Análise Econômica Consultoria.

Acompanhe abaixo o Boletim Econômico Mensal 014 e nossa tabela de projeções.

Qualquer dúvida, crítica, comentário ou sugestão, entre em contato conosco.

Atividade Econômica (PIB)

Iniciamos o mês de maio e já conhecemos boa parte dos resultados relevantes do primeiro trimestre de 2017.  Recentemente o IBGE empreendeu um ajuste metodológico nas pesquisas de comércio e serviços que readequou a trajetória dos dados. Apesar de algumas críticas, os ajustes não alteraram significativamente as tendências. Indústria ainda segue muito fraca e em queda, varejo e serviços seguem fracos, porém um pouco mais estáveis. Investimentos não indicam retomada à frente. Destaque positivo somente para os dados do setor externo, que podem ser um vetor estabilizador da economia.

Mercado de Trabalho (PNAD)

Os dados da Pnad Contínua referentes a março apontaram para continuidade do processo de ajuste do mercado de trabalho. A elevação da taxa de desemprego no período refletiu a queda da ocupação, em linha com os dados do Caged (que haviam mostrado uma significativa redução das vagas formais em março). O mercado de trabalho segue ainda, portanto, trajetória de deterioração.

Nível de preços (IPCA)

O nível de preços no país está em clara tendência de desaceleração (desinflação). Dois vetores são fundamentais para compreender esta desaceleração: o ajuste recessivo da economia e a menor volatilidade do câmbio. Isso colocará o IPCA abaixo do centro da meta em 2017.

Política monetária (juros)

Como temos destacado, com a aceleração da desinflação, o Banco Central acelerará o ritmo de normalização da política monetária como visto na última reunião, atento à atividade econômica em solo brasileiro e aos movimentos do Federal Reserve. Nesse sentido, o mais provável é que a Selic chegue a 8% no final de 2017.

Câmbio (BRL/USD)

O real se mantém em patamar mais valorizado frente ao dólar. Em janeiro, o real valorizou para R$ 3,13, em fevereiro, alcançou o patamar de R$ 3,09 e desde então, R$ 3,17 e R$ 3,20 em março e abril, respectivamente. Atualmente, estamos no patamar de R$ 3,16. Acreditamos que o câmbio seguirá entre R$ 3,10~R$ 3,20.

Tabela de Projeções Macroeconômicas

Tabela de projeções macroeconômicas em maio/2017 - Boletim Econômico Mensal 014

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