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Setor de serviços avançou 0,7% em fevereiro - Alerta AE 13/04/2017.

Em fevereiro, o setor de serviços avançou +0,7% no volume de serviços prestados frente a janeiro (série com ajuste sazonal). O resultado advém após ter registrado crescimento de 0,2% em janeiro (revisado) e de 0,6% em dezembro.

A receita nominal em fevereiro registrou variação de 0,2% em relação a janeiro (série com ajuste sazonal). Na comparação com mesmo mês do ano anterior, ficou em 0,5%. A taxa acumulada no ano ficou em 1,3% e, em 12 meses, 0,0%.

Com a revisão, esse é o quarto mês consecutivo que o setor de serviços avançou. A receita do setor também segue a mesma trajetória e registra avanço pelo quarto mês consecutivo.

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Varejo recuou 0,2% na passagem de janeiro para fevereiro de 2017 - Alerta AE 12/04/2017

O varejo recuou 0,2% na passagem de janeiro para fevereiro. Apesar de ter pego parte dos analistas de surpresa, a queda veio em linha com nossas expectativas (veja o Semanal 064 PRO). Esperávamos uma queda de 0,3%, desse modo, o resultado veio um pouco melhor que nossa projeção.

O resultado seguiu forte avanço de 5,5% apontada no mês anterior. Cabe ressaltar que o dado é reflexo de ajuste metodológico, pois o resultado anterior apontava queda de -0,7%. A revisão metodológica consistiu no

  • aumento da amostra das empresas pesquisadas,
  • mudança do ano base da pesquisa de 2011 para 2014 e
  • adoção de novas ponderações para as empresas, para que passem a representar a Pesquisa Anual de Comércio de 2014.

Na comparação interanual, fev/17 contra mesmo período do ano anterior, as vendas do varejo apresentaram recuo de 3,2%. No mês de janeiro, a variação interanual foi revista de -7,1% para -1,2%.

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Varejo recuou 0,2% em fevereiro. Pesquisa Mensal do Comércio (jan/15 a fev/17, mensal e acumulado em 12 meses).
Clique na imagem para ampliar.
Varejo recuou puxado por “artigos de uso pessoal e doméstico”

A taxa de -0,2% no volume de vendas do comércio varejista na passagem de janeiro para fevereiro de 2017 apresentou predomínio de resultados positivos entre as atividades que compõem o varejo. Setorialmente, os cinco segmentos que mostraram avanço, por ordem de magnitude de taxa, foram:

  • Móveis e eletrodomésticos (3,8%);
  • Tecidos, vestuário e calçados (1,5%);
  • Livros, jornais, revistas e papelarias (1,4%);
  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,0%); e
  • Combustíveis e lubrificantes (0,6%).

Por outro lado, as atividades com taxas negativas foram:

  • Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,5%);
  • Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-1,5%); e
  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,8%).

O comércio varejista ampliado, que agrega o varejo e mais as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, registrou aumento para o volume de vendas e para a receita nominal, com taxas de 1,4% e 1,0%, respectivamente.

Em comparação ao mesmo mês do ano anterior, as variações foram de -4,2% para o volume de vendas e de -1,7% para a receita nominal. No volume de vendas, as taxas acumuladas foram de -2,1% no ano e de -7,5% nos últimos 12 meses, e para a receita nominal os mesmos indicadores apresentaram variações de 0,8% e -0,3%, respectivamente.

Algumas considerações

Os dados apresentados corroboram com a tendência de que a atividade do 1º trimestre de 2017 ainda apresentará contração ou, no limite, estabilidade. Temos ressaltado que o setor deve manter a trajetória de recuo até meados desse ano devido ao

  • aumento do desemprego,
  • redução dos rendimentos reais do trabalhadores e
  • restrição creditícia.

Esse fatores têm colaborado para diminuir intensamente a demanda.

O varejo recuou e tenda a continuar recuando também influencia negativamente pela desalavancagem (empresas e indivíduos), que deverá persistir de maneira mais intensa ao menos até 3º trimestre deste ano.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com a gente.

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Safra de grãos 2016/2017 terá recorde histórico (Alerta AE 11/04/2017)

A safra de grãos 2016/2017  deve chegar a 227,9 milhões de toneladas, com um aumento de 22,1% ou 41,3 milhões de toneladas. Na última safra, a produção total foi de  186,6 milhões de toneladas. A previsão está no 7º Levantamento da safra atual, divulgado pela (Conab).

Cabe ressaltar que a expectativa da Conab veio em linha com nossa expectativa. Antecipamos para nossos assinantes no Boletim Econômico Semanal 064 PRO que a Conab apresentaria uma produção 21% maior que a safra do período anterior.

O aumento de 22,1% em comparação com a safra anterior se dá por aumento da área e da produtividade média. Outro fator relevante é a condição climática.  Na safra anterior, o clima foi bastante adverso, com desdobramentos sobre a safra, obviamente. Desde 2014, em especial, o clima tem sido foco. Falamos disso algumas vezes, aqui, aqui e aqui, por exemplo.

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IPCA desacelerou, menor taxa para o mês desde 2012 (Alerta AE 07/04/2017)

O IPCA desacelerou e registrou taxa de 0,25% em março, segundo os dados divulgados pelo IBGE. O resultado ficou em linha com a mediana das expectativas do mercado (0,25%) e ligeiramente acima da nossa projeção (0,21%).

Este resultado representou a menor elevação do índice para o mês de março desde 2012. Em relação ao nosso número, as surpresas se concentraram em alimentação fora do domicílio e despesas pessoais.

Com o dado divulgado hoje, o IPCA acumula alta de 4,57%. Este resultado é bastante próximo da meta estipulada pelo Banco Central (4,50%). Além disso, desacelerou em relação ao acumulado no mês anterior (4,76%).

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IPCA desacelerou, menor taxa para o mês desde 2012 (Alerta AE 07/04/2017)

Sem grandes novidades, o resultado do IPCA de março mostrou continuidade da desaceleração da inflação no acumulado em doze meses. Esse dado corrobora nossa expectativa e projeção de elevação de 4,2% do IPCA no final deste ano.

A desaceleração dos preços segue generalizada dentre seus componentes, que registraram variações inferiores às sugeridas pela sazonalidade no período. Dessa forma, o comportamento dos preços no curto prazo também fortalece nossa expectativa de continuidade de flexibilização da política monetária. Assim, nessa linha, a taxa Selic deverá alcançar patamar próximo a 8% ao final deste ano.

Componentes

A desaceleração na passagem de fevereiro (0,33%) para março foi explicada pela menor pressão em quatro de seus nove grupos. Destacamos a desaceleração dos preços de educação, que subiram 0,95%, (ante alta de 5,04% no mês anterior). Trata-se da dissipação do efeito dos reajustes de mensalidades escolares.

Além disso, três grupos apresentaram deflação (queda de preços) no período. Apesar do movimento dos preços de alimentação e bebidas, que subiram 0,34% em março, após queda de 0,45% em fevereiro, as variações permaneceram abaixo das variações típicas para o período.

De todo modo, os preços de alimentação no domicílio seguiram no campo negativo. Além disso, a intensificação da queda generalizada dos preços de alimentos no atacado, de acordo com as últimas leituras dos Índices Gerais de Preços (IGPs), apontam para a continuidade do comportamento benigno desse grupo no IPCA.

Dúvidas? Críticas? Sugestões? Fale conosco!

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IPCA desacelerou em março. Nossos assinantes já sabiam disso. E você? Quer saber antes? #SejaPRO!

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Mesmo com Carne Fraca, balança comercial tem saldo positivo em março. Alerta AE 03/04/2017.

Mesmo com um cenário nacional adverso para o setor de proteína animal, a balança comercial brasileira quebrou um novo recorde. Ainda, mesmo com Carne Fraca, balança comercial tem saldo positivo em março.

O resultado da balança comercial referente à quinta semana do mês de março foi positivo em pouco menos de US$ 1,7 bilhão. Com isso, o resultado mensal foi superavitário em US$ 7,15 bilhões. Trata-se o maior superávit para o mês de março em toda a série histórica do MDIC.

Nossas estimativas referentes à última semana de março giravam em torno de US$ 1,5 bilhão.

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Balança comercial tem saldo positivo em março. Assinantes PRO sabiam antes! Ainda não é assinante? #SejaPRO!

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