Semanal

0

Este é o Boletim Econômico Semanal 071 PRO, exclusivo para assinantes.

Este relatório tem como foco apresentar as projeções, perspectivas e expectativas dos indicadores econômicos mais relevantes da semana corrente selecionados por nós para fornecer a você, nosso leitor, o cenário de curto prazo.

Neste semanal 071 PRO, os indicadores econômicos mais relevantes na nossa leitura são:

  • Taxa de juros (decisão de política monetária) do Brasil,
  • Nível de preços medido pelo IGP-M,
  • PIB 1º trimestre de 2017 do Brasil;
  • Desemprego nos EUA, Alemanha e Japão;
  • Cenário político e mais.

Para manter-se atualizado com o que aconteceu na economia e seus desdobramentos na semana anterior, leia o Boletim Econômico Semanal 071.

VISÃO GERAL DO SEMANAL 071 PRO

O restante deste conteúdo é restrito para membros. Para ter acesso ao conteúdo completo, clique aqui! Se já é membro, faça o login:

0

Neste Boletim Econômico Semanal 071 destacamos:

  • Setor externo segue em ajuste forte e nível de preços continuam em queda;
  • PIB dos EUA supera as expectativas e OPEP mantém corte da produção para conter queda dos preços;
  • Contas públicas seguem com forte déficit.

Acompanhe a seguir os principais tópicos deste Semanal 071 e, logo em seguida, nossa análise.

Qualquer dúvida, crítica, sugestão, ideia etc, deixe seu comentário abaixo que a gente responde.

Cenário Econômico Nacional

Setor Externo

O saldo em transações correntes foi superavitário em US$ 1,2 bilhão em abril, segundo os dados divulgados pelo Banco Central, indicando que o ajuste das contas externas continua a ocorrer. Além disso, o ingresso de Investimento Direto no País (IDP) seguiu forte no período, com entrada líquida de US$ 5,6 bilhões. Assim, em doze meses o montante recebido de IDP é significativamente superior ao déficit em conta corrente (a necessidade de financiamento externo é negativa em US$ 65 bilhões).

Na conta corrente, destacamos novamente o forte superávit da balança comercial (US$ 6,7 bilhões), em linha com o sugerido pelos dados divulgados pelo MDIC. Mais uma vez, o saldo bastante positivo foi impulsionado pelo avanço das exportações. Para maio, os dados semanais já apresentam significativo superávit, indicando que saldo balança comercial deverá repetir o forte desempenho de abril.

O déficit em serviços (de US$ 2,5 bilhões) ficou em patamar semelhante ao registrado em abril de 2016. Na conta financeira, Investimentos Diretos no País seguiram mostrando entrada líquida de US$ 5,6 bilhões. Com isso, este item acumulou saldo positivo de US$ 84,7 bilhões nos últimos doze meses. Em contrapartida, houve saída líquida de US$ 383 milhões em ações, ao passo que a rubrica de renda fixa apresentou entradas liquidas de US$ 4,4 bilhões.

Outro ponto positivo é que a taxa de rolagem atingiu 89% em abril, na esteira da melhora verificada em março. No primeiro quadrimestre, a taxa média foi de 86%, superior à observada no mesmo período do ano passado, quando havia ficado em 45%, reforçando a tendência de melhora das condições de funding da economia brasileira neste início de ano. Dessa forma, os dados de abril fortalecem nossa expectativa de continuidade do ajuste externo.

Tendo em vista que a recuperação da atividade vem se mostrando bastante gradual, acreditamos que o ajuste do déficit externo também persistirá por mais algum tempo. Além disso, a balança comercial seguirá contribuindo positivamente com o saldo em transações correntes. Ainda que as importações se recuperem, as exportações têm se mostrado bastante fortes, o que deve compensar tal efeito.

Nível de Preços

O IPCA-15 registrou alta de 0,24% em maio, acima da nossa expectativa e da mediana do mercado, conforme divulgado pelo IBGE. Em relação ao nosso número, a surpresa concentrou-se na alta mais intensa dos preços de alimentos. A ligeira aceleração em relação ao mesmo período do mês anterior, quando o índice subiu 0,21%, refletiu principalmente a maior elevação do grupo de alimentação e bebidas, que passou de 0,31% para 0,42%.

A alta sazonal dos preços de vestuário (0,74%) e a queda menos intensa de transportes (-0,40%) também contribuíram para essa aceleração. Por outro lado, o grupo de habitação desacelerou de uma alta de 0,39% para outra de 0,15%, com a queda das tarifas de energia elétrica, ainda refletindo os descontos aplicados pelas distribuidoras em abril.

No acumulado em doze meses, o índice cheio desacelerou de uma expansão de 4,41% para outra de 3,77%, ficando abaixo do centro da meta de 4,50% estabelecida pelo Banco Central, e apontando para a continuidade do processo de desinflação em curso.

Cenário Econômico Internacional

Estados Unidos

Ata do Fed

A ata da reunião do comitê de política monetária do Fed realizada no começo do mês de maio não trouxe grandes novidades em relação ao comunicado divulgado ao final da reunião.

A ata reafirmou que o PIB do primeiro trimestre deve ter tido um caráter temporário. O fraco desempenho do consumo deve ser revertido, uma vez que o mercado de trabalho permanece dinâmico, com baixo desemprego e gradual melhora dos salários, e os indicadores de confiança estão em alta.

A maioria dos membros prevê que um novo movimento de normalização deverá ocorrer em breve, sendo que alguns membros defenderam a elevação da taxa de juros já na próxima reunião. Isso coloca em evidência a possibilidade de alta dos juros na reunião a ser realizada em junho.

PIB

O resultado do PIB do primeiro trimestre dos Estados Unidos passou por uma revisão altista, de um crescimento anualizado de 0,7% para outro de 1,2% na comparação com o último trimestre de 2016, segundo divulgado pelo BEA na última sexta-feira (26/5).

Mesmo com essa revisão, o indicador continuou a mostrar um ritmo de expansão mais moderado da atividade econômica nesse início de ano. Vale lembrar que, em sua última reunião, o Fed ressaltou que esse resultado mais fraco do primeiro trimestre foi impactado por fatores temporários.

Nesse sentido, os dados já conhecidos do segundo trimestre têm apontado para alguma retomada. Diante disso, mantemos nossa expectativa de que a autoridade monetária dos EUA optará por elevar a taxa de juros em sua próxima reunião, em junho.

OPEP

Com o objetivo de conter a queda dos preços do petróleo, a Opep decidiu na quarta-feira passada (25/5/17) prolongar o acordo de redução da oferta da commodity por mais nove meses, até março de 2018. Vale lembrar que esse compromisso do grupo com a implementação dos cortes tem até superado o esperado pelos mercados nos últimos meses.

A manutenção desse controle da disponibilidade do produto, por sua vez, se coloca como vetor fundamental para conter o acúmulo de estoques globais, uma vez que a produção dos Estados Unidos tem crescido mais do que o previsto.

E, por ora, o crescimento da oferta norte-americana de petróleo não deve ser interrompido, apesar de já haver alguns sinais de que a produção pode estar se aproximando do limite da capacidade. Diante disso, acreditamos que os preços do petróleo deverão permanecer no intervalo entre US$ 50 a US$ 55/barril no restante deste ano.

Cenário Político

Dívida Pública

As emissões da dívida pública federal somaram R$ 62,1 bilhões em abril, enquanto os resgates atingiram R$ 75,3 bilhões, fazendo com que os resgates líquidos ficassem em R$ 13,2 bilhões, de acordo com os dados divulgados pelo Tesouro Nacional.

O estoque da dívida pública chegou a R$ 3,2 trilhões no mês. Vale notar que, após vários meses com saídas líquidas, observamos entrada de R$ 12,9 bilhões de estrangeiros na dívida pública. Assim, a participação dos estrangeiros na dívida subiu, alcançando 13,6%, percentual inferior aos 17,4% observados em abril do ano passado.

Quanto à composição da dívida, atualmente 34,0% da dívida pública federal é representada por títulos prefixados, ao passo que 32,2% são ligados ao índice de preços, 30,0% atrelados à taxa flutuante e apenas 3,9% relacionados ao câmbio.

Contas públicas

O resultado primário do setor público ficou positivo em R$ 12,9 bilhões em abril, conforme divulgado pelo Banco Central na última sexta-feira (26/5). Com esse superávit, o setor público acumulou déficit de R$ 145,1 bilhões nos últimos 12 meses, o que representa 2,3% do PIB.

Para tanto, em abril, as contas do governo central chegaram a um saldo positivo de R$ 11,5 bilhões e os governos regionais tiveram superávit de R$ 867 milhões, acumulando R$ 17,8 bilhões no ano. Com a aprovação do Regime de Recuperação Fiscal, esse superávit acumulado no ano poderá a começar a ser revertido. A dívida bruta do governo geral, por sua vez, atingiu 71,7% do PIB em março, subindo de 69,5% no encerramento do ano passado.

Destaques e Perspectivas

Nacional

A agenda doméstica da semana que vem terá como destaques a divulgação do PIB do primeiro trimestre e a reunião do Copom. Para o resultado do PIB do primeiro trimestre, a ser conhecido na quinta-feira, esperamos queda mais fraca (quase estabilidade) em relação ao trimestre anterior. Esse movimento será explicado, em grande medida, pelo forte desempenho do setor agropecuário.

Na quarta-feira, o Copom anunciará a decisão de política monetária, para a qual esperamos uma redução da taxa Selic de 1,25 p.p., passando de 11,25% para 10%. No mesmo dia, conheceremos a taxa de desemprego referente a abril, que deve continuar em tendência de alta, mas pontualmente deverá manter-se estável.

Ainda na agenda de indicadores de atividade, o IBGE divulgará na sexta-feira o resultado da Pesquisa Mensal da Indústria que, segundo nossa estimativa, deve ter mostrado estabilidade na passagem de março para abril.

Confirmando a tendência desinflacionária, projetamos queda do IGP-M de maio, que será conhecido na terça-feira, com a variação em doze meses desacelerando fortemente. Na quinta-feira, teremos o resultado da balança comercial de maio, para o qual projetamos superávit, refletindo o crescimento das exportações.Por fim, ao longo da semana, a FGV divulgará as sondagens da indústria e de serviços, referentes a maio.

Internacional

Nos Estados Unidos, destacamos a divulgação dos indicadores do mercado de trabalho referentes a maio, que devem reforçar a expectativa de uma alta dos juros na reunião de política monetária de junho. Na sexta-feira, teremos os dados da criação de vagas de trabalho e da taxa de desemprego de maio. Além disso, na terça-feira, serão conhecidos os indicadores de rendimento e gastos pessoais referentes a abril.

Atentando-se ao restante da agenda global, os índices PMI da indústria de transformação das principais economias do mundo, que serão divulgados entre quarta e quinta-feira, devem apontar para continuidade do crescimento da indústria na passagem de abril para maio.

Na Alemanha, os dados das vendas do varejo de abril e da taxa de desemprego de maio, previstos para quarta-feira, também devem indicar a mesma direção. E, no mesmo dia, serão conhecidos os resultados preliminares da inflação ao consumidor da Área do Euro, referentes a maio.

Acompanhe a agenda completa clicando aqui.

Gostou do Boletim Econômico Semanal 071? Compartilhe nas redes sociais!

Quer ir além do conteúdo do Semanal 071? #SejaPRO e tenha acesso completo a projeções, cenários e mais. Clique aqui para conhecer.

0
Michel Temer envolvido em escândalos - Boletim Econômico Semanal 070 PRO

Este é o Boletim Econômico Semanal 070 PRO, exclusivo para assinantes.

Este relatório tem como foco apresentar as projeções, perspectivas e expectativas dos indicadores econômicos mais relevantes da semana corrente selecionados por nós para fornecer a você, nosso leitor, o cenário de curto prazo.

Neste semanal 070 PRO, os indicadores econômicos mais relevantes na nossa leitura são:

  • Transações correntes e investimentos diretos no Brasil,
  • Resultado primário, dívida pública e outros dados das contas do governo,
  • Nível de preços nacional,
  • Cenário político e mais.

Para manter-se atualizado com o que aconteceu na economia e seus desdobramentos na semana anterior, leia o Boletim Econômico Semanal 070.

VISÃO GERAL DO SEMANAL 070 PRO

Tabela de projeções - indicadores da semana - Semanal 070 PRO

O restante deste conteúdo é restrito para membros. Para ter acesso ao conteúdo completo, clique aqui! Se já é membro, faça o login:

0
Michel Temer envolvido em escândalos - Boletim Econômico Semanal 070

Neste Boletim Econômico Semanal 070 destacamos:

  • IBC-Br seguiu negativo e mercado de trabalho formal apresentou resultado melhor em março;
  • PIB da Zona do Euro cresceu puxado especialmente pela Alemanha;
  • Cenário político reinsere crise institucional no país.

Acompanhe a seguir os principais tópicos deste Semanal 070 e, logo em seguida, nossa análise.

Qualquer dúvida, crítica, sugestão, ideia etc, deixe seu comentário abaixo que a gente responde.

Cenário Econômico Nacional

Atividade Econômica

O IBC-Br, proxy mensal do PIB, registrou queda de 0,44% na passagem de fevereiro para março, descontados os efeitos sazonais, conforme divulgado pelo Banco Central. O resultado surpreendeu positivamente os analistas de mercado, que previam recuo de 0,90%.

Na comparação interanual, houve alta de 1,0%, acumulando queda de 2,6% nos últimos doze meses. Esse resultado, que reflete as quedas nas vendas do varejo e do setor de serviços divulgadas na última semana, reforça nosso cenário de que a retomada da economia será bastante gradual.

Mercado de Trabalho

O saldo de emprego formal foi positivo em abril, após a redução de vagas observada no mês anterior. Os dados do Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo MTE apontaram a criação líquida de 59,9 mil postos de trabalho formais.

O resultado ficou acima da mediana das expectativas do mercado (de criação de cerca de 45 mil vagas). O saldo positivo foi puxado principalmente pela expansão dos segmentos da indústria de transformação e de serviços, com criação de 13,7 mil e 24,7 mil vagas, respectivamente.

Descontada a sazonalidade, o resultado passou de uma queda de 68 mil vagas em março para outra de 27 mil vagas em abril, voltando ao patamar observado em fevereiro. Com isso, mantemos nossa visão de que o mercado de trabalho se recuperará lentamente ao longo do ano, de forma defasada à retomada da atividade econômica.

Cenário Econômico Internacional

Área do Euro

O PIB da área do Euro cresceu 0,5% no primeiro trimestre ante os três últimos meses de 2016, conforme divulgado pela Eurostat. O resultado, que confirmou a primeira estimativa divulgada no início do mês, mostrou que a economia manteve o ritmo de crescimento do último trimestre do ano passado.

Dentre as maiores economias, destacamos a aceleração do crescimento da Alemanha, de 0,4% para 0,6%, enquanto que a expansão do PIB da França desacelerou de uma alta de 0,5% para outra de 0,3%. Na comparação interanual, o PIB avançou 1,7%. Vale notar que as aberturas dos dados pelas óticas da oferta e demanda somente serão divulgadas no dia 8 de junho.

Somado a isso, o índice ZEW de sentimento econômico, divulgado no mesmo dia, reforçou esse cenário mais positivo para a atividade, ao registar a terceira alta consecutiva neste mês. Assim, o índice passou de 26,3 para 35,1 pontos, indicando que a atividade econômica continua em ritmo forte neste segundo trimestre.

Estados Unidos

A produção industrial dos Estados Unidos subiu 1,0% entre março e abril, segundo a série com ajuste sazonal divulgada pelo Federal Reserve. O resultado surpreendeu os analistas de mercado, que esperavam alta de 0,4%. A produção do setor manufatureiro também registrou elevação de 1,0% na mesma base de comparação, revertendo a queda de 0,4% registrada em março.

Além disso, mineração e serviços industriais de utilidade pública contribuíram positivamente para a produção industrial, com altas de 1,2% e de 0,7%, respectivamente. A utilização da capacidade instalada também teve um desempenho positivo, ao subir de 76,1% para 76,7%.

Os dados do setor industrial indicam que, apesar da frustração com o PIB do primeiro trimestre, o crescimento da economia norte-americana permanece em ritmo moderado. Esse resultado pode contribuir para altas adicionais nas taxas de juros nas próximas reuniões.

Cenário Político

Recuperação dos Estados

O Senado aprovou na quarta-feira (17/5), o Regime de Recuperação Fiscal dos Estados, com 56 votos favoráveis e 9 contrários. Os estados que aderirem ao regime deixarão de pagar as dívidas com a união por três anos em troca de uma série de medidas visando o ajuste das contas do estado.

Delações Premiadas

Semana passada fomos surpreendidos com a repercussão das delações dos donos da JBS. Em especial, a delação de Joesley Batista abalou o país, pois colocou “na reta”, dentre outros, o presidente Michel Temer.  Temer aparece em áudio dando aval para comprar silêncio de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados.

Uma das consequências imediatas após a divulgação da delação foi o boato de que Temer renunciaria. Junto com o boato, a pressão para renunciar. Temer, desde então, concedeu dois pronunciamentos, escreveu editoriais em grandes jornais buscando defender-se, enfim, muita água ainda vai rolar.

De todo modo, o mais relevante é que esse acontecimento reinsere incerteza e instabilidade no cenário econômico via conjuntura política. Além disso, as reformas tidas como essenciais pelo governo, se antes já eram difíceis de aprovar, agora podem se tornar impossíveis.

Destaques e Perspectivas

Nacional

Em linha com o observado nos indicadores de inflação divulgados ao longo da semana que passou, o IPCA-15 que será conhecido na próxima terça-feira (23/5), deverá mostrar que o processo de desinflação segue em curso. No mesmo dia, conheceremos as informações do Balanço de Pagamentos referentes a abril.

Além disso, serão divulgados os dados fiscais do mês passado. O resultado primário do governo central será conhecido na quinta-feira (25/5), enquanto que o resultado do setor público como um todo será conhecido no dia seguinte. Ao longo da semana, a FGV divulgará os dados preliminares de maio das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor, e a CNI apresentará os resultados das Sondagens da Indústria e da Indústria de Construção de abril.

Por fim, o Banco Central divulgará na quinta-feira a nota de crédito referente a abril.

Internacional

Na agenda internacional, na quarta-feira (24/5) será publicada a ata da reunião do Fed de abril, que em linha com o comunicado divulgado após a decisão, deverá detalhar a expectativa de que o crescimento continua moderado apesar da frustração com os dados do primeiro trimestre.

Na terça-feira, conheceremos as informações preliminares dos índices PMI da Alemanha e da Área do Euro, que serão importantes para verificar se os primeiros resultados de maio confirmam o fraco desempenho de abril. Os países membros da Opep podem decidir, em reunião marcada para quinta-feira, por um prolongamento do acordo de corte de produção, como já foi defendido pela Arábia Saudita e pela Rússia. Além disso, serão divulgadas a segundas leituras dos PIB do Reino Unido, na quinta-feira, e dos Estados Unidos na sexta-feira (26/5).

Acompanhe a agenda completa clicando aqui.

Gostou do Boletim Econômico Semanal 070? Compartilhe nas redes sociais!

Quer ir além do conteúdo do Semanal 070? #SejaPRO e tenha acesso completo a projeções, cenários e mais. Clique aqui para conhecer.

0

Este é o Boletim Econômico Semanal 069 PRO, exclusivo para assinantes.

Este relatório tem como foco apresentar as projeções, perspectivas e expectativas dos indicadores econômicos mais relevantes da semana corrente selecionados por nós para fornecer a você, nosso leitor, o cenário de curto prazo.

Neste semanal 069 PRO, os indicadores econômicos mais relevantes na nossa leitura são:

  • Nível de preços na Área do Euro;
  • Dados de atividade da Área do Euro;
  • Produção Industrial nos EUA;
  • Arrecadação no Brasil e mais.

Para manter-se atualizado com o que aconteceu na economia e seus desdobramentos, leia o Boletim Econômico Semanal 069.

VISÃO GERAL DO SEMANAL 069 PRO

O restante deste conteúdo é restrito para membros. Para ter acesso ao conteúdo completo, clique aqui! Se já é membro, faça o login:

REDES SOCIAIS

ÚLTIMAS