Alta do petróleo após guerra no Oriente Médio aumenta riscos inflacionários e pressiona custos globais. Economista da Análise Econômica analisa impactos.
A escalada da guerra no Oriente Médio já começa a desenhar um cenário mais duradouro para o mercado global de petróleo. Nesse contexto, a infraestrutura energética da região tornou-se um ponto crítico.
Segundo André Galhardo, economista-chefe da Análise Econômica, parte relevante da estrutura de produção e escoamento de petróleo foi danificada durante o conflito.
Como consequência, o impacto sobre o mercado de energia tende a persistir. Mesmo com um eventual cessar-fogo, a recomposição da infraestrutura pode levar tempo.
De acordo com Galhardo, esse fator ajuda a explicar a forte reação do mercado. Desde o início do conflito, o preço do barril já acumula alta próxima de 50%.
Além disso, quando o petróleo sobe de forma abrupta, os efeitos se espalham pela economia global. Custos de transporte, produção e logística tendem a aumentar.
Assim, crescem também os riscos inflacionários no cenário macroeconômico internacional, com impactos potenciais sobre a economia brasileira.
Nesse ambiente, empresas e investidores precisam acompanhar atentamente o comportamento das commodities energéticas, pois elas influenciam inflação, custos e expectativas de juros.
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